A tua existência é duradoura
Mas morres como qualquer corpo
Ou perduras para além da morte?
És tão ou mais frágil que o teu depósito
E vives das suas sensações.
Eu, neste momento estou a usar-te
Ou será que és tu que me usas?
Somos duas no seu conjunto
E em separado não somos nada.
Ou será que somos?
O meu corpo vive para ti,
Tu vives para o meu corpo?
1 comentário:
Muitas questões e nenhuma resposta. Porque os dois se complementam e precisam um do outro para viver.
Quando um morre, acho que morre tudo.
Grande poema!
Beijinhos*
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